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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Espelho, O Gatinho com a Cia Radiophônica.





Sinopse

Após a morte de sua dona, o gato Espelho assina um acordo com o bruxo local: vender sua banha em troca de conforto e comida por um curto período de tempo. Arrependido, o esperto bichano encontra formas muito criativas de enganar o bruxo e livrar a pele.

Proposta de Encenação

O trabalho foi concebido com uma mescla de linguagens: o teatro infantil e a contação de histórias. O fio condutor é narrado pela contadora, mas os personagens ganham vida e ações, interpretados pelas atrizes, que também manipulam bonecos e lhes dão voz.

O pequeno cenário, bonecos, máscaras, adereços e figurinos são muito coloridos e atrativos para o olhar infantil. Como a ação se passa na Europa de séculos atrás, a estética dos contos de fada inspira a criação, inclusive os figurinos.

Duas atrizes desdobram-se em todos os personagens com um dinamismo mágico que prende a platéia.

Ficha Técnica

Elenco: Jaqueline Vieira e  Waleska Firmino
Adaptação e direção de arte: Waleska Firmino
Direção: Flavio Dias
Duração: 50 minutos

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Direto do túnel do tempo: "O Sertanejo"


"O Sertanejo" faz homenagem a todos os homens da terra, aos que diariamente lutam para dela retirar seu sustento, aos que a respeitam e apreciam suas muitas belezas e riquezas, aos que melhor entendem que os seres humanos são elos na corrente da natureza, e não seus mestres. O elenco, caracterizado como o autêntico habitante interiorano, o caipira paulista, conta “causos”, canta músicas tradicionais e representa personagens de lendas e superstições de nosso folclore, como a moça casadoira que negocia um noivo com Santo Antônio, e a história da mocinha que se envolve com um padre e vira a Mula-sem-cabeça. As relações do caipira com a terra, seus valores e tradições são reveladas em belíssimos textos inspirados nas obras do folclorista Cornélio Pires e do sociólogo Antônio Cândido - “Coletânea Sertaneja“ e "Os Parceiros do Rio Bonito".

A pesquisa musical resgata clássicos imortalizados pelas vozes de Alvarenga e Ranchinho, Inezita Barroso, e preciosidades do folclore mineiro e nordestino. Um fato verídico da região de Mogi, ocorrido nos idos de ‘50 também é resgatado, o folclórico e frustrado assalto ao trem pagador. Outro aspecto interessante a salientar é o estudo de sotaque e prosódia (peculiaridades regionais do idioma) que o elenco traz para as cenas.


quinta-feira, 3 de maio de 2012

El Baúl Gitano: Cia Radiophônica de Theatro.

Vale a pena conferir o trabalho da Cia Radiophônica de Theatro & Outras Cousas. Poesia, teatro e dança, para alegrar os olhos e o coração.




O Espetáculo


Uma pequena trupe de ciganas corta estradas em sua carroça. De aldeia em aldeia, de vila em vila, de praça em praça, abre um baú cheio de objetos de uso cotidiano, porém mágicos em sua transformação. Segundo a tradição dos ciganos, as mulheres oferecem a previsão do futuro, dançam e contam histórias. Crendices gitanas, homenagens aos santos de devoção, histórias de lutas sangrentas e amores impossíveis são contadas na medida em que objetos são retirados do baú. O grupo chega, dança, conta histórias, deixa suas marcas nos que ficam, e parte... como fazem os ciganos.

A Companhia


A “Cia. Radiophônica de Theatro e Outras Cousas...” iniciou suas atividades artísticas em Mogi das Cruzes, no ano de 1988. Dirigida pelos também atores Waleska Firmino e Flavio Dias, é uma das companhias de teatro mais antigas e tradicionais da Região do Alto Tietê. A Cia. Radiophônica trabalha com três focos: arte educação, pesquisa de linguagem teatral e produções culturais de diversos gêneros, para teatro, televisão, cinema, rádio, publicidade, eventos, e outros. Maiores informações sobre as atividades da Cia. Radiophônica podem ser conferidas no site e no Facebook.

Serviço

Dias 05, 06, 12, 13, 19 e 20 de maio

Horário: Sábados as 21h e Domingos as 20h

Local: Teatro Escola Macunaíma - Rua Adolfo Gordo, 238 - Campos Elíseos - SP

(Fonte: El Baúl Gitano)

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Lendas Urbanas: A Loira do Banheiro.

Silvio de Souza e Marco Cardoso
(Lendas Urbanas: A loira do banheiro)
Histórias de tradição oral, as lendas ou mitos contemporâneos conhecidos por lendas urbanas são comuns em todas as culturas. São relatos fantásticos que geralmente têm como cenário as cidades e seu entorno.

Todos nós já ouvimos algumas dessas histórias, elas podem ter variantes com a adição ou extração de elementos, mas continuam sendo reproduzidas em toda parte.

Antigamente era mais comum a reprodução dessas lendas através do boca a boca e em rodas de amigos, já com o advento da internet elas se proliferaram através de e-mails, sites e blogs.
No Brasil, entre as lendas mais comuns está a lenda da “loira do banheiro”, a tal moça loira com algodão no nariz que aparecia em especial para os garotos, história que assustou muita gente nos colégios entre as décadas de 70, 80 e 90 e continua fazendo suas vítimas.
O imaginário popular vem sido povoado por lendas há muito tempo, de lendas folclóricas enraizadas em nossa cultura (ver “Lendas Brasileiras” livro de Câmara Cascudo) às histórias mais fabulosas e assustadoras que tem nos centros urbanos terreno fértil para sua criação e difusão, trazendo consigo muitos símbolos da contemporaneidade.
Há alguns anos a Cia Radiophônica de Teatro & Outras Cousas – companhia de teatro mogiana – sob a direção de Flávio Dias, com apresentação de Flávio Dias e Waleska Firmino, adaptou algumas dessas lendas, ocasião em que o ator Marco Cardoso em companhia dos também atores Artur Guimarães, André Marx, Marcela Lino, Mônica Barbosa, Silvio de Souza, Thalitha Chiara e Walter Machado, gravaram “A Loira do Banheiro”.
Se você gosta de autores como Edgar Alan Poe, Stephen King ou Ann Radcliffe com certeza gosta de lendas urbanas, então, é só clicar no vídeo a seguir e conhecer um pouco mais das histórias fantásticas que circulam pelo Brasil.

 


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Feliz Aniversário, envelheço na cidade!

Para uns Marco, Moica, Moca, para outros apenas Marquinho. Para os amigos o palhaço, para o público o ator, para alguns o estressado – especialmente lá em casa né –, o esquecido, o atrasado, mas seja o que seja ele sempre será o filho, o pai, o irmão, o amigo e o palhaço. Sempre!
Ele nasceu assim... desligado. Cheio de graça! Quando criança fez cada atrapalhada, chegou a entregar a marmita da irmã (euzinha) em outro endereço, alimentando, coincidentemente, outra Margarete. Noutra vez foi entregar algo do irmão Mauricio para o amigo Marcelo, mas entregou pro Marcelo errado.
Ah! Ele sempre foi durão, briguento! Mas chorava a bessa se ouvisse “Coração de luto” do Teixerinha.  
Algumas fotos do Marco Cardoso em companhia dos amigos de trabalho e da família

Mas, estas e outras histórias ficarão pra outro dia, porque hoje é dia de comemoração. Hoje o ator Marco Cardoso faz aniversário. Quantos anos? Isso é irrelevante quando se tem toda uma vida pela frente.
Eu havia pensado em fazer uma retrospectiva com fotos e trechos contados por ele sobre os momentos vividos no palco e fora dele, mas acredite, ele acabou esquecendo e não me mandou o material.
Resolvi então juntar alguns comentários de amigos e colegas de profissão e publicar no blog como um presente. Homenagem para ele que já foi Creonte, Jesus Cristo, bêbado, caipira, marujo, figurante, animador, Chalaça – o amigo do imperador - e muitos outros, que fez comédia, tragédia grega, curtas, longas, projetos educativos, dublagens, clown e muita “palhaçada” e continua muito desligado e amado também. Amado pela família, pelos amigos, pela mulherada e por seu público.
Marco, seu pai Mamede, sua mãe Albertina, seus irmãos Margarete, Mauricio, Maristela e Marcio, seus sobrinhos Guilherme, Marcelo e Laura e com certeza seu filho Cristian te amam muito e te desejam toda felicidade e sucesso do mundo.
Muitos dos seus amigos devem dizer coisas, coisinhas para você no dia de hoje e... alguns deles até enviaram comentários...   


Cia Radiophônica de Theatro & Outras Cousas
“Na Cia. Radiophônica, ele é o Marquinho".

Amigo, companheiro, engajado na luta constante, na correria de ensaios com pouco prazo, na compra de nossas brigas por mais trabalho, nossas experimentações, nas brincadeiras durante as viagens e naqueles minutos antes de entrar em cena...
Marquinho ator e palhaço, enroladinho de café, 
água gelada e banana (ele sabe do que se trata).

Beijos e feliz aniversário da turma da Radiophônica - Arthur, Bruna, Flavio, Jaqueline, Silvio e Waleska. 



"Maco" FOCO "Maco"
Quando estou dizendo algo importante e ele não ouve ou não foca no que dizemos, preocupado em nos surpreender com mais alguma intervenção sem nexo, mas totalmente engraçada, digo esta frase e não tem uma vez que ele não ri ....

É uma pessoa surpreendente, totalmente original e imprevisível, o que faz da sua cia algo imprescindível!!!!!

Adoro trabalhar com ele e pretendo estender esta parceria por  muitos mais anos e muitos trilhos!!!!

Bjos
Camila Molina (Atriz e bailarina - Cia Panto & Mima)


Thiago Cardoso
Ator Circense
Cia Panto & Mima
Meu nome é Thiago Cardoso, sou ator circence e filho do Marquinho.
Risos, calma que eu explico.
Trabalho com o Marco e com a Camila na PanTo & MiMa e em tudo mais que aparecer.

No final dos espetáculo, quando nos apresentamos, o pessoal pensa que somos irmãos por causa do sobrenome e como o Marquinho odeia ser chamado de velho logo surgiu a brincadeira de que não era meu irmão mais sim meu pai. Acontece que a brincadeira pegou.

Logo o respeito, admiração e amor que eu sentia por ele foram sintetizados num só palavra: Pai. Hoje tenho a sorte e o prazer de ouvir ele me chamar de filho.
Engraçado que com o tempo uma galera começou a comentar que somos parecidos mesmo, não só no jeito de interpretar (o que é muito orgulho para o meu trabalho), mas também  nas brincadeiras, caretas quando se erra a cena (ele faz muito isso) e coisa e tal.

A melhor palavra para definir o Marco na minha vida é Pai, pois pra mim ele é espelho e exemplo de como fazer teatro, é vilão quando briga comigo como se fosse meu irmão mais velho e Herói quando me faz acreditar no meu talento e nos meus sonhos e ainda amigo quando me abre os olhos pras coisas desse mundo.

Eu amo esse cara.

Marco acredite “os amores são contingentes, mas família e os amigos, esses são essenciais”.

Então... feliz aniversário!


(por Meg Mamede)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

El baúl gitano - próximo ensaio aberto dia 03 de março de 2012.



A “Cia. Radiophônica de Theatro e Outras Cousas...” iniciou suas atividades artísticas em Mogi das Cruzes, no ano de 1988. Dirigida pelos também atores Waleska Firmino e Flavio Dias, é uma das companhias de teatro mais antigas e tradicionais da Região do Alto Tietê. A Cia. Radiophônica trabalha com três focos: arte educação, pesquisa de linguagem teatral e produções culturais de diversos gêneros, para teatro, televisão, cinema, rádio, publicidade, eventos, e outros. Maiores informações sobre as atividades da Cia. Radiophônica podem ser conferidas no Facebook.

Saiba mais sobre o espetáculo El Baúl Gitano.
(fonte: blog El Baúl Gitano)

domingo, 22 de janeiro de 2012

O que temos para 2012.

O ator Marco Cardoso acredita que este será um ano de mudanças e muitas parcerias, longe do fim do mundo, 2012 reserva muito trabalho e realizações. O ano mal começou e o ator está cheio de projetos e novidades que ao longo dos próximos meses serão conhecidos aqui no blog.

De trabalhos com clown, esquetes para o teatro in company, passando por filmes, chegando ao que ele mais gosta de fazer, as peças teatrais.

Quanto as parcerias, somar para dividir, essa é a chave do sucesso nas empreitadas. Neste ano o ator dará especial atenção a projetos que possa desenvolver junto aos amigos e profissionais que sempre o acompanharam, além é claro dos novos parceiros que têm surgido.

Em breve divulgaremos aqui novos projetos do ator.

Encerramos com algumas imagens da trajetória do ator em companhia de amigos, os também atores da Cia Radipohônica, Cia de Rua e Hórus Trio Combinações.


 









(por
Meg Mamede)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O lúdico e a saúde.

Marco Cardoso, foto de divulgação
Cia de Rua
Só quem já ficou doente ou precisou acompanhar um familiar ou amigo ao hospital sabe o quanto é desolador e angustiante estar hospitalizado. Há várias pesquisas científicas que confirmam que cuidados médicos e atividades lúdicas podem ser grandes aliados no tratamento e recuperação de pacientes.

Algumas instituições de saúde – hospitais e clínicas – têm adotado essa prática através do voluntariado ou da contratação de serviços especializados.

A frase “rir é o melhor remédio” deveria ser traduzida como “amar é o melhor remédio”, pois quando um voluntário ou artista visita uma unidade médica no intuito de minimizar, mesmo que por alguns minutos, a dor e o estranhamento dos pacientes, especialmente crianças e idosos, levando um pouco de alento e descontração para aquele ambiente frio e desconhecido, é sem dúvida o amor ao próximo que prevalece.

Todos nós conhecemos a história de Hunter Patch Adams, por conta do bonito filme protagonizado por Robin Williams, mas a verdade é que existem muitos Patch Adams anônimos, gente que se sente recompensada com somente um sorriso em meio à dor, voluntários que através da solidariedade contribuem para uma sociedade melhor. Somam-se a eles os artistas que escolheram fazer sua arte junto ao setor da saúde dedicando seu tempo na humanização dos profissionais da área e na atenção às famílias e pacientes.

Marco Cardoso, foto de divulgação Cia de Rua
O ator Marco Cardoso que já fez parte da Clínica Itinerante de Bobologia Aplicada da Cia Radiophônica & Outras Cousas diz que “a experiência de levar arte a pessoas doentes ou hospitalizadas é mais que gratificante, porque rir quando estamos bem e com saúde não é nada se comparado ao riso e a alegria expressada por alguém que está há dias num hospital lutando contra alguma enfermidade”.


Saiba mais sobre profissionais que atuam nessa área no Brasil e no mundo acessando:

Doutores da Alegria (São Paulo, Brasil)

Bola Roja (Perú)


Patch Adams (E.U.A)

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Resgatando as Raízes


Marco Cardoso e Flávio Dias em cena de
"O Sertanejo" da Cia Radiophônica

“Os brasileiros se sabem, se sentem e se comportam como uma só gente, pertencente a uma mesma etnia. Essa unidade não significa porém nenhuma uniformidade. O homem se adaptou ao meio ambiente e criou modos de vida diferentes. A urbanização contribuiu para uniformizar os brasileiros, sem eliminar suas diferenças. Fala-se em todo o país uma mesma língua, só diferenciada por sotaques regionais. Mais do que uma simples etnia, o Brasil é um povo nação, assentado num território próprio para nele viver seu destino”

(Darcy Ribeiro, antropólogo brasileiro 1922-1997)





O ator Marco Cardoso nascido em Mogi das Cruzes – SP, cujas origens estão no Vale do Paraíba – região conhecida, antigamente, pela ligação direta com os ciclos de produção de café no país e hoje, após declínio, tem na agropecuária e agricultura, em menor escala, sua atividade principal – conviveu de perto em sua infância com o típico sertanejo, o caipira – o que mora no interior em contraposição a quem vive na cidade – conhecendo também sua cultura. Nos anos de 2003 e 2004 o ator Marco Cardoso e outros atores da “Cia. Radiophônica & Outras Cousas” trouxeram para os palcos a cultura caipira com a peça “O Sertanejo” com produção e direção dos também atores Waleska Firmino e Flávio Dias, fundadores da Cia Radiophônica.

O Espetáculo:

Elenco de "O Sertanejo" (2003/2004)
(fotos do acervo da Cia Radiophônica)

"O Sertanejo" faz homenagem a todos os homens da terra, aos que diariamente lutam para dela retirar seu sustento, aos que a respeitam e apreciam suas muitas belezas e riquezas, aos que melhor entendem que os seres humanos são elos na corrente da natureza, e não seus mestres. O elenco, caracterizado como o autêntico habitante interiorano, o caipira paulista, conta “causos”, canta músicas tradicionais e representa personagens de lendas e superstições de nosso folclore, como a moça casadoira que negocia um noivo com Santo Antônio, e a história da mocinha que se envolve com um padre e vira a Mula-sem-cabeça. As relações do caipira com a terra, seus valores e tradições são reveladas em belíssimos textos inspirados nas obras do folclorista Cornélio Pires e do sociólogo Antônio Cândido - “Coletânea Sertaneja“ e "Os Parceiros do Rio Bonito".

A pesquisa musical resgata clássicos imortalizados pelas vozes de Alvarenga e Ranchinho, Inezita Barroso, e preciosidades do folclore mineiro e nordestino. Um fato verídico da região de Mogi, ocorrido nos idos de ‘50 também é resgatado, o folclórico e frustrado assalto ao trem pagador. Outro aspecto interessante a salientar é o estudo de sotaque e prosódia (peculiaridades regionais do idioma) que o elenco traz para as cenas. (fonte: http://www.ciaradiophonica.com.br/)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ensaio aberto do Espetáculo "El baúl gitano"


Sinopse "El baúl gitano"

Uma pequena trupe de ciganas corta estradas em sua carroça. De aldeia em aldeia, de vila em vila, de praça em praça, abre um baú cheio de objetos de uso cotidiano, porém mágicos em sua transformação. Segundo a tradição dos ciganos, as mulheres oferecem a previsão do futuro, dançam e contam histórias. Crendices gitanas, homenagens aos santos de devoção, histórias de lutas sangrentas e amores impossíveis são contadas na medida em que objetos são retirados do baú. O grupo chega, dança, conta histórias, deixa suas marcas nos que ficam, e parte... como fazem os ciganos.

A Cia Radiophônica de Theatro e Outras Cousas convida amigos e interessados para o ensaio aberto do espetáculo "El baúl gitano" que estreará em 2012. Entre em contato e confirme sua presença através do e-mail: cia.radiophonica@uol.com.br ou dos telefones (11) 4790-2956 e (11) 9828-0280.

A arte agradece!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A amizade como remédio - Patch Adams.


Na foto: Paula Rodrigues, Silvio de Souza,
Fernanda Juliani, Waleska Firmino, Marco Cardoso
e Wagner Mariano (Cia Radiophônica).
Filho de uma professora e de um militar o americano Hunter Doherty “Patch” Adams, nascido em 1945, ficou mundialmente conhecido por conta do seu trabalho, inspirando filmes e, sobretudo gente de todas as partes do mundo que se identificam com Dr. Patch Adams. Formado em medicina tardiamente, ele influenciou e influencia muitos profissionais da saúde e das artes com sua filosofia e atitudes concretas, como o Instituto Gesundheit, fundado em 1971 nos EUA.

Médico e ativista político, ele faz duras críticas a seu país, especialmente no que diz respeito à saúde pública e com humor trata gratuitamente seus pacientes. Diferente do que se diz por aí, ele não acredita que “rir seja o melhor remédio” para Patch “A amizade claramente é o melhor remédio. E a coisa mais importante na vida são nossas relações com aqueles que amamos” e é com esse pensamento que ele viaja pelo mundo levando sua experiência e ampliando essa cadeia de amor.


Dr. Hunter "Patch" Adams
Ele já esteve no Brasil antes, inclusive deu uma polêmica entrevista no programa Roda Vida da TV Cultura em 2007 e agora em 2011 retorna ao Brasil, virá para visitar o Ceará. De 29/09 à 06/10/2011 fará a primeira “Viagem Humanitária de Palhaços” ao Brasil, chamada de “Jornada de Palhaços Cuidadores”. A “Viagem Humanitária de Palhaços” (Humanitarian Clown Trip) é um dos programas de humanização da atenção à saúde, desenvolvido por Patch Adams há mais de 20 anos. A ONG Beija Flor é a responsável pela vinda do Dr. Patch Adams, ocasião em que ele realizará o workshop “Uma atenção à saúde mais humana” e a palestra “Decidindo ser feliz” no Coliseum Hotel, em Beberibe / CE (inscrições). Algumas instituições de saúde do Ceará receberão a visita de Patch Adams e três integrantes do Gesundheit Institute, além de 16 clowns voluntários.

O ator Marco Cardoso, juntamente com outros atores da Cia Radiophônica, participou da Clínica Itinerante de Bobologia Aplicada, criada para levar aos pacientes dos hospitais de Mogi e região um pouco de alegria, inspirados pelo Dr. Patch Adams e também pelo pioneiro trabalho dos Drs. da Alegria em São Paulo.

A arte na sua forma mais humanizante. Parabéns a todos aqueles que se dedicam a esse trabalho!

Nota:

As fotos utilizadas no blog são do arquivo pessoal do ator Marco Cardoso e amigos. Caso você conheça a autoria das fotos favor infomar-nos para que os créditos sejam mencionados no blog.

Quanto as outras imagens e fotos aqui utilizadas sem menção da autoria, por desconhecimento nosso, também será adotado o mesmo critério, ou seja, serão creditadas ou excluídas da postagem se necessário. Obrigada.